segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Despretensioso

Se precisarem de um cara "pretensioso", eu não sirvo.

Sou o tipo de pessoa que não espero retribuição de ninguém, nem "gratidão exacerbada" (apenas "reconhecimento íntimo" já me basta).

Não faço nada na vida "só para agradar" ou "para me colocar em posição de vantagem". 

Tudo que faço, além de ter o intuito de ajudar, tem também o caráter prazeroso de fazer com me sinta "bem" e ao mesmo tempo "útil".

O contrário me entristece. Me entristece pensar que não posso ser "útil".

Diante de tudo isso, confesso que existem pessoas que me "assustam".
Pessoas até próximas... muito próximas !.

Não o susto propriamente dito, que provoca "medo" e "pânico", mas sim susto de tristeza, de angústia, por não querer esperar isto delas.

Confesso ainda que dentre os sete pecados capitais, alguns abomino piamente e ainda abomino outros dos quais espero nunca ter de cometer, consciente ou não.

Dos sete, destaco: Avareza, Ira, Soberba e Preguiça. Pecados vistos por mim como prejudicadores da face alheia.

Além dos citados, destaco também alguns dos quais nunca espero não cometer, em sã consciência ou não, ou até carregar a bandeira na luta contra os mesmos, como os citados a seguir: uso de drogas, poluição ambiental, injustiça social, corrupção, crimes hediondos contra crianças, mulheres, idosos e bárbaros contra o ser humano e os animais.

Sou totalmente despretensioso. Não sei se isto é bom ou ruim, mas espero que seja o melhor para mim.

Se ruim, resta-me pedir "coragem" para enfrentar isto em minha vida. Como nas palavras de Guimarães Rosa.

"O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem..."

[ Este sou eu - Robson Martins]

sábado, 27 de julho de 2013

Século 21. Tão esperado e pouco desejado

Começo este post fazendo um breve comentário ao título deste. Sim. Quem não esperava esta revolução do século 21. Descobertas, mudanças, novas tecnologias, avanços em todas as áreas....

O que nunca desejamos foi a mudança que a entidade FAMÍLIA teve. Mudanças estas que só trouxeram amarguras, tristezas e uma saudade dos velhos tempos.

O mundo mudou, mas muitas mudanças não deveriam ter acontecido, ou nosso poder de assimilá-las deveria acompanhar.

O que antes era cuidado de pai(mãe) com filho(a), tomou uma nova conotação e se transformou em "INVASÃO DE PRIVACIDADE". Privacidade esta que impede que nossos filhos sejam vítimas do terror que vai crescendo a cada ano.

Dói muito assistir aos telejornais e ver meninas e meninos, adolescentes, tendo suas vidas ceifadas, porque os pais não puderem alertar da existência de seus algozes, por que estariam invadindo a privacidade de seus filhos.

Saudades da frase dita pelos nossos pais, que hoje é sabido que o cunho principal era simples e plenamente de proteger seus filhos. Hoje digo e repito, inúmeras vezes, a quem necessitar, a frase dita por meu pai, que era; "Diga-me com que andas que eu lhe direi quem é !"

Ontem foi o dia dos "avós". Mas este dia não é simplesmente para lembrar da existência deles e sim dos ensinamentos que os mesmo passaram aos nossos pais e que hoje os adolescentes chamam de "caretice".

O século 21 gira em torno da "inteligência" e se esqueceu da "sabedoria". Confesso que, com a pouca formação de nossos pais, hoje nos invejamos de não ter a "sabedoria" dos mesmos. Sabedoria estas que nos protegeu e nos guiou com saúde, respeito e dignidade.

Que século 21 é este que estamos vivendo ? Um século em que a ordem natural das coisas se inverteram. Antes os filhos enterravam seus pais. Hoje os pais estão enterrando seus filhos.

Saudades do pedido de "bença mãe", "bença pai". "Sr.", "Sra.".

A amizade paternal/maternal, transformou-se em amizade "virtual".

Ah meu Deus !
Quanta coisa ruim poderia ser evitada se nossos filhos aceitassem nossa proteção.
Quanta coisa ruim seria evitada se nossos filhos aceitassem nosso conselhos.
Quanta coisa ruim seria evitada se nossos filhos nos aceitassem e não se envergonhassem de nós.

Não estamos pedindo muito. Queremos apenas nossos filhos do nosso lado, "vivos" e personagens de um mundo mais humano e mais cristão.

Enquanto isso não acontece ficamos creditando nossas vidas nas palavras ditas na música de Jota Quest.



sábado, 16 de fevereiro de 2013

Este sou eu


Sou espiritualista...
Amigo e divertido
Posso estar presente em todos os momentos
Pronto para ajudar no que for possível
Sou amigo
Amigo para todas as horas
Sou divertido
Tento manter meu astral e alegrar as pessoas
....
Mas além de tudo isso, sou homem, sou humano, sou coração
Me apego fácil às pessoas, mas me desapego com a mesma facilidade
Invisto naquilo que vale a pena
Insisto naquilo que não me magoa
Persisto naquilo que dá tesão, tesão de viver

Minha vida é um livro aberto
Minha casa está sempre de portas abertas
A mesma porta que foi, é e sempre será serventia da casa
Quem me ver, verá
Vivo a vida intensamente
Admiro, venero, respeito, cuido e adoro
Esta é minha filosofia
Esta é minha atitude
Este é meu destino
Este é meu lema...
... Este é meu dilema. Faço valer a pena, mas só faço o que valha a pena.

Sou eu, sou intenso, sou completo, sou paz, sou calma, sou razão e sou emoção.

Respeito os limites e me curvo diante daquele que pode me acrescentar algo.... mas me afasto de quem não me acrescenta nada.

Sou aprendiz e quero continuar assim.

Quero levar da minha vida a vida que levo. Fruto de um legado que me enche de orgulho.

Este sou eu, Robson Martins.